PERIFERIA - Poema de Samanta Biotti

PERIFERIA

 

Pedra! Morro! Favela! Laje!

Gente! Sonho! Mágica!

Em cada beco um sobrevivente

Nas ruas somos suburbanos, marginais.

No córrego as doenças

Em cima constroem casas.

No alto do morro uma cruz

Ao lado a fé dos crentes.

No chão um quase asfalto

Em cima crianças brincam.

O sol ilumina uma pequena parte

Na outra só há uma noite fria.

Mas no meio de tudo isso

Vejo um menino que sorri

Vendo a sua pipa subir.

E o vento na rabiola passa por todos

Os lugares que ele um dia espera ir.

Não há poesia mais pura e sincera

Do que aquela que vem da favela.

Então eu penso

Não há poesia mais pura e sincera

Do que aquela que vem da favela.

 

(Samanta Biotti)

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