Aquarela Paulistana - Poema de Thiago Peixoto

Aquarela Paulistana

 

No sinal vermelho

o sangue azul

vê um ser transparente.

 

Branco de fome,

roxo de frio.

 

Antes do verde,

a mão preta se abre,

o sorriso amarelo também.

 

O vidro fume se fecha

e a cidade cinza diz: Amém!


 

 

 

(Thiago Peixoto)

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